sexta-feira, 5 de março de 2010

Um dia nas trincheiras  

Minha querida família   
                                        25-Setembro-1914

Estes dias têm sido muito difíceis para mim e para os meus companheiros.Aqui, os dias passam muito devagar , e não fazemos mais nada do que conversar uns com os outros, escrever pequenos apontamentos sobre estes terríveis acontecimentos em pequenas folhas, amarrotadas dentro dos bolsos sujos das minhas calças, que tenho vestidas há mais de 5 semanas.

Não há comida, temos que comer algumas das coisas que nos aparecem à frente. Já tenho pouca água, o meu cantil  já esta no fim, e tenho muita sede.
Esta vida de guerra não é boa, é muito sofrimento, muitos tiros, muitas mortes, e não temos assistência médica quando é necessária.

De facto, sou um pobre prisioneiro da guerra, cheio de tristeza e dores. Sem poder fazer nada, quando vejo alguns companheiros a morrerem, devido às condições climatéricas, e aos cruéis tiros das metralhadoras.

Bem, tenho muitas saudades vossas!!

Não vos vou dar certezas, de que posso voltar a mandar outra carta, porque aqui, as condições de vida são tão más que nada posso garantir. Espero em breve poder mandar mais notícias.

Um  grande abraço, deste que tem muitas saudades vossas!!

Joaquim Constâncio

Trabalho realizado por:
-Tiago Pinto Nº24

6ºA

quarta-feira, 3 de março de 2010

 UM DIA NAS TRINCHEIRAS 

Quinta-feira, 30 de Julho de 1914


Desde o início da guerra que vivo este pesadelo com muita
infelicidade.
Estou apavorado, cada dia que passa morrem colegas meus
e sei que o que lhes aconteceu a eles, pode vir a acontecer-me a 
min.
Mas o problema maior é que nós os soldados, vivemos em
condições muito desfavoráveis, passamos fome, os grandes e
indesejáveis frios de França e o trauma de ver as pessoas
morrerem, principalmente os meus grandes amigos.
A guerra é muito dolorosa, a maior parte das vezes as
nossas principais defensoras são as trincheiras, elas
protegem-nos de sermos atingidos, são grandes buracos
que nos têm safado muito.
Ainda bem que eu estava lá quando o meu companheiro,
Manuel foi atingido na perna direita. Pude ajudá-lo.
Felizmente sobreviveu.
Tenho que acreditar, em breve voltarei para casa.
Mas, enquanto aqui permanecer, vou dar o meu melhor
como soldado e como homem.
Os nossos generais são muito exigentes querem ver bons
resultados na guerra.
Na minha opnião é cruel haver guerras.
Tanta dor !!!
Tanto sofrimento !!!
Porque é que não resolvem as coisas de outra  forma ?
É uma pergunta que faço a mim mesmo. 
Trabalho realizado por :
Carolina Serápio nº6
Beatriz Serápio nº4
           6ºA                 
UM DIA NA GUERRA DAS TRINCHEIRAS

11 de Novembro de 1918

O meu nome é Jorge e felizmente estou vivo.

Vi muitos colegas soldados a morrerem  ao meu lado, sem se quer os poder socorrer.

Já voltei a casa, a minha família ficou muito feliz, pois pensavam que eu estava morto.
Passámos os piores anos da nossas vidas, não só por ver outros soldados morrerem,  mas também por passar frio, fome e também algumas doenças.

Cheguei a casa sem doenças e vivo para contar esta história.

Estavam lá as trincheiras onde me pude abrigar de ataques de soldados adversários.
Acho muito injusto resolverem as coisas de uma maneira tão cruel, onde morrem milhares de soldados com uma vida inacabada.

                              Agradeço a Deus por ainda estar aqui.

                                                                                                                           Teu Jorge.
Trabalho realizado por:
-Eduarda Barbosa Nº 8;
-Marlise Barradas Nº 16.

6 º A

terça-feira, 2 de março de 2010

TRABALHOS DE ÁREA DE PROJECTO - 2º PERÍODO

A GUERRA NAS TRINCHEIRAS NA 1ª PESSOA

"Nas trincheiras não tenho outra ocupação para além de  escrever e conversar com os meus colegas. A 300 metros, os mortos de ontem continuam deitados. Todos têm de admitir que não há nada mais terrível que a guerra."

Georg Schenk, soldado alemão, Setembro de 1914

"Eu não tomo banho há seis semanas e não devo tomar em breve, já que nem penso usar a pouca água de beber que recebo no meu cantil para fins de limpeza."

Albert P. Smith, soldado americano, Outubro de 1918

"Conseguem imaginar-me numa tarde de Domingo, sentado no chão ou enterrado na lama, sem me ter barbeado ou mudado as minhas roupas e botas há cinco dias. Temos muita companhia de ratazanas e ratos (...).Há dias um soldado estava a jantar e um atravessou-se no seu prato, ele espetou-lhe o garfo e comeu-o, depois continuou como se nada se tivesse passado. De facto, é dramático que uma nação tão civilizada esteja enterrada numa barbárie como esta guerra (...).Vivemos como minhocas, nunca vemos a luz do dia, enterrados, ao longo de oito dias apenas vemos os muros da trincheira."

Carta de Thomas ( soldado inglês) aos seus pais a 1 de Novembro de 1915
( foi morto em combate a 27de Novembro de 1917 )

segunda-feira, 1 de março de 2010

 Já está a decorrer na escola a campanha de recolha de donativos para a Madeira. Paralelamente, a APEBSA - Associação de Pais - também tem trabalho de campo, recolhendo na rua, devidamente identificada, os generosos donativos de quem quer contribuir. Todo o dinheiro recolhido será contabilizado junto, e depositado na conta citada nos cartazes.
Muito obrigada a todos. Bem hajam.


OFERTAS DA ASSOCIAÇÃO DE PAIS À ESCOLA

  • Máquina de gelo - MUNDOTEL, equipamentos hoteleiros, S.A. - factura 15577 - 132,00€  em 18.12.2009;
  • Multi-ferramenta SILK 1415AD - LEROY MERLIN - factura/venda a dinheiro 0000180097315 - 29,95€ em 15.12.2010;
  • Pirografo c/ 2 saídas - REIG - SOUSA, SOBRINHO & FREIXO, Ldª. - factura/recibo 78 - 159,51€ em 18.01.2010

CALENDÁRIOS ESCOLARES 2017/2018_ALUNOS_PROFESSORES

Calendário escolar ano letivo 2017 2018 - bonecos de Ana Pereira Calendário escolar ano letivo 2017 2018 sem bonecos de A...